As empresas podem usar faturas em papel (PDF) por mais três meses, depois de o Governo adiar de 30 de setembro para 31 de dezembro a data para deixar de as considerar faturas eletrónicas.
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Decisão tem em conta o “importante debate público” sobre o seu conteúdo.
Horários alargados, maior uso de certificados covid-19 e estádios com 50% de lotação são algumas das medidas em cima da mesa.
Governo e parceiros fecharam aquele que era último ponto para um acordo de rendimentos. Não está esquecido, diz Costa.
Comparticipação a 100% mantém-se limitada a quatro por mês. Medida pode ser prorrogada